24 de nov. de 2008

Como escolher uma câmera digital para odontologia?

Se desejar obter um excelente equipamento, compre:

  • Uma câmera SLR (single lens reflex)
  • Uma lente macro de 100mm aproximadamente
  • Um flash de ponto ou circular que possa ser ligado apenas de um dos lados
Se desejar obter um equipamento menos sofisticado e caro, procure por:
  • Lentes zoom que possam trabalhar na faixa de 100mm em macro
  • Controle manual de abertura de diafragma (f) e velocidade
  • Flash pontual localizado exatamente ao lado da lente ou acima
Flash: Iluminação de ponto. Para cada tomada fotográfica o flash precisa estar em uma posição diferente

Requisitos obrigatórios para compra de uma câmera digital adequada para a Radiologia Odontológica:
* Tenha uma boa resolução – pelo menos 3 megapixels: é um requisito obrigatório. Para que as apresentações digitais contenham imagens de boa qualidade, a câmera digital pode ter um sistema de captura eficiente, com uma resolução até um pouco menor do que 3 megapixels. Indica-se resolução de 3 megapixels ou acima pois pode haver a necessidade de impressão de alta qualidade em dimensões relativamente amplas, como pagina inteira de uma publicação científica, ou quando há necessidade de recorte de parte da imagem, tendo como resultado final um arquivo de tamanho ainda com uma quantidade razoável de pixels.
* Foco preciso e rápido - automático e manual: Para que a fotografia digital funcione bem, o foco tem que ser rápido, seja o foco manual ou automático. Ele tem que ser preciso, pois uma pequena perda de nitidez não é percebida na hora da captura, no monitor LCD.
* Reproduza imagens nítidas - a câmera / objetiva deve ter a capacidade de reproduzir as imagens com nitidez. Isto não é visto em qualquer equipamento, mesmo que tenha muitos milhões de pixels. Dependerá da objetiva e da tecnologia do sensor de imagens. O site http://www.dpreview.com/ mostra a nitidez real de cada modelo de câmera digital, através fotografias de tabelas de resolução mostrando o resultado final.
* Objetiva fixa ou que tenha zoom analógico suficiente para grandes aplicações: O zoom analógico (óptico) da câmera é aquele realizado pelas próprias lentes da objetiva. É chamado de zoom real. O zoom digital não é indicado, para o trabalho aqui abordado, pois a imagem final ficará pobre em nitidez. O zoom analógico dever ser suficiente para enquadrar, em uma fotografia intrabucal frontal, de molar a molar, mesmo em bocas pequenas.
* Objetiva de distância focal de pelo menos 70 mm equivalente às câmeras analógicas que comportam filme de 35 mm: para saber a distância focal de uma objetiva de uma câmera digital, deve-se olhar as especificações técnicas que mostram a equivalência a um tipo de câmera que conhecemos bem, as analógicas, que comportam filmes de 35 mm (as distâncias focais das objetivas das câmeras digitais são diferentes das analógicas). A Objetiva deve ser de pelo menos 70 mm equivalente às câmeras que comportam filmes de 35 mm para que se possa obter a ampliação acima citada.
* Câmera com objetiva que permite fotografar a curta distância – macro: não adianta um zoom potente se, ao se aproximar do objeto a ser fotografado a objetiva não conseguir focá-lo. É difícil e tecnicamente inviável fotografar uma boca a mais de 50 cm, por exemplo. A câmera / objetiva deve permitir que se fotografe a curtas distâncias e logicamente em foco, se necessário, a menos de 30 cm. Esta é uma opção chamada de macro ou close-up. Confira os números nas especificações técnicas.
* Abertura do diafragma mínima igual ou mais fechada que f 11 (f 11, 13, 16 ,19, 22, 27 ou 32): para ter a profundidade de campo necessária para que os objetos desde o primeiro até o último plano saiam em foco (ex. de incisivos até os últimos molares em foco em uma fotografia frontal de boca), em odontologia, tem-se apenas uma opção: trabalhar com aberturas de diafragma bem fechadas, para conseguir a desejada profundidade de campo. A câmera digital /objetiva deve ter abertura de diafragma mínima igual ou mais fechada que f 11, de preferência f 16, 19, 22, 27 ou 32. Isto pode ser conseguido desde que se tenha acesso manual a estas aberturas junto com o disparo do flash. Este acesso pode ser na opção M (manual) ou preferivelmente a opção de disparo A ou Av (prioridade de abertura). A prioridade de abertura do diafragma funciona da seguinte forma: escolhe-se uma abertura do diafragma bem fechada, se a câmera não conseguir luz suficiente ela, automaticamente, muda a intensidade do flash para exposição correta.
Obs. Em odontologia é indicado trabalhar com aberturas do diafragma bem fechadas, para que se tenha a profundidade de campo necessária, pois todas a áreas que vão ser fotografadas devem estar em foco. Mesmo áreas que não são de interesse atual devem estar em foco, já que pode-se precisar destas imagens futuramente, para controle de alterações, para Odontologia Legal e pesquisa.
* Tenha controle de compensação de exposição: sub / superexposição: pode-se, com este controle, graduar para mais ou para menos a quantidade de luz que irá incidir no sensor e, desta forma, ter um controle maior sobre as exposições.
* Saída e controle sobre flash externo - comporte um flash circular ou pontual: Em Odontologia, é de boa norma fotografar todos os objetos tridimensionais a curta distância utilizando o flash, pois só assim se tem uma iluminação forte o suficiente para trabalhar com aberturas do diafragma bem fechadas e obter então uma profundidade de campo suficiente para que as áreas, do primeiro ao último plano do objeto a ser fotografado, estejam em foco perfeito. Além de o flash ser fundamental para uma boa fotografia odontológica, ele deve emitir uma luz que ilumine o objeto, deixando mínimas sombras. Para isto, o flash que vem embutido nas câmeras digitais normalmente é insuficiente para Radiologia Odontológica. Há necessidade de uma saída por contato da sapata ou por cabo, para a instalação de um flash externo como o circular ou pontual. O ideal é que a câmera reconheça a potência deste flash e dose o seu disparo (sistema TTL). Quando isto não acontece, na maioria das vezes, a imagem sai muito clara (estourada) em fotografias a curta distância.
* Reproduza as cores com fidelidade: a reprodução de cores com fidelidade é um dos principais anseios da fotografia odontológica. O site http://www.dpreview.com/ compara fotografias de cada modelo de câmera com uma tabela de cores padrão kodak (universalmente difundida). Desta forma os desvios não passam despercebidos. Fique atento à cor vermelha.
* Tenha um bom alcance dinâmico: o alcance dinâmico é a capacidade do equipamento capturar detalhes nas áreas mais claras e mais escuras da imagem. Este requisito é especialmente importante para a captura de imagens radiográficas.
* Grave Imagens tipo JPG: são imagens compactadas que ocupam pouco espaço em disco pelo que oferecem em temos de resolução, ou seja, um ótimo custo benefício. Hoje em dia, praticamente todas as câmeras já cumprem este requisito.
* Tenha um monitor de cristal líquido (LCD). este é um importante recurso, uma vez que permite pré-visualizar a foto ou, mais importante ainda, permite a visualização das imagens que já foram fotografadas para, então, verificar a necessidade de repetição, com correção imediata de erros, como movimentação do paciente, enquadramento incorreto, falta de foco, etc.
* Possua compartimento para cartão de memória removível, como SmartMedia, CompactFlash ou Memory Stick: os cartões de memória são muito mais rápidos do que os disquetes comuns e comportam uma grande quantidade de imagens. Há modelos de cartões que comportam centenas de imagens de alta resolução. Quando se utilizam disquetes, estes interferem diretamente no trabalho, deixando lentos os passos de fotografar e descarregar as imagens para o computador, muitas vezes inviáveis para um trabalho profissional de giro rápido.
* Saída USB ou IEEE 1394 – saída para cabo USB ou IEEE 1394 que possibilita rapidez ao descarregar as imagens. Isto é importante quando se necessita de velocidade para viabilizar o trabalho. Um Notebook com um PC Card que recebe o cartão de memória da câmera pode substituir estes cabos.

http://www.cdt.com.br/index.php/artigos/odontologia/25-a-compra-da-camera-digital.html

11 de nov. de 2008

Exercício Imagens

http://www.botoxcosmetic.com/how_botox_works/before_after.aspx

Ajustes que podem ser feitos:
- Ajustes no fundo da imagem
- Ajustes no rosto do paciente que não interfirem na foto do resultado do tratamento

Ajustes que não devem ser feitos:
- Ajustes no tratamento(clarear mais os dentes..)
- Ajustar qualquer defeito que insinue que a mudança foi feita na cadeira e não no computador.

Câmera digital Sony Alpha A900 - 25,7 MP

Descrição: Alpha DSLR-A900 SLR Black Digital Camera
Fabricante: Sony
Preço Mais Baixo: R$6.354,64
Comentários de Usuários: Sem Avaliação
Ofertas: (Nenhum)
Descrição Curta
Peso: 31.68
Tipo de Câmera/Lente: Interchangeable
Tipo de Memória: CompactFlash,
Memory Stick Duo,
Memory Stick PRO Duo
Tamanho de Tela LCD: 3 in
MegaPixels: 25.7



Quanto mais pixels, melhor será a qualidade da imagem. Em contraponto, ela também será mais pesada (isso torna mais lento, por exemplo, o envio de e-mails com fotos, além de ocupar mais espaço no disco rígido).

22 de set. de 2008

Um país com sorriso aberto

Com uma infra-estrutura do melhor nível e através da técnica, conhecimento e vasta experiência dos profissionais que atuam nesta área, o Brasil conta com tratamentos dentários completos que vão desde obturações a próteses, implantes, clareamento, estética dental e cirurgias buco-maxilar, oferecendo odontologia moderna capaz de incríveis resultados. O Brasil destaca-se com relevância na odontoestética e na cirurgia corretiva, sendo especialista em atingir resultados eficientes e duradouros.
Os trabalhos dos profissionais brasileiros de saúde e estética firmam-se na dedicação, no respeito e na ética para com o paciente, desde a qualidade dos materiais e a tecnologia dos aparelhos utilizados até ao atendimento diferenciado, tendo como prioridade o alto nível técnico e científico equiparado com a preocupação com a saúde e o bem-estar geral do paciente. E, se comparado com o custo dos mesmos serviços realizados no exterior, temos um dos melhores índices de custo/beneficio do mundo, sendo os nossos preços bastante inferiores, por exemplo, aos encontrados na Europa e nos EUA.


Por Sphera Internacional

Congresso de odontologia traz boas novidades

O avanço tecnológico tem facilitado diversas áreas da saúde e não está sendo diferente com a Odontologia. São técnicas que prometem aliviar a dor, acabar com incômodos e garantem, inclusive, maior precisão cirúrgica. Essas novidades, que, em alguns casos, serão colocadas à disposição dos profissionais ainda neste ano, foram apresentadas nesta semana durante o 24° Congresso Internacional de Odontologia de São Paulo, considerado o maior evento do segmento na América Latina e um dos mais importantes do mundo.A área de implantodontia é uma das que tem avançado significativamente. Uma das técnicas que serão apresentadas no congresso é a cirurgia de implante dentário na maquete. O procedimento começa pela realização de uma tomografia computadorizada da carga dentária do paciente. Essas informações são repassadas a um computador, que irá reproduzir de maneira fiel o maxilar da pessoa em resina, através de uma "impressora" tridimensional. "Esta estrutura é a cópia fiel da área óssea", garante Rodolfo Candia Jr., diretor científico da Conexão Sistemas de Prótese, empresa que detém a técnica.O uso desse protótipo garante maior precisão à cirurgia de implantes dentários. O profissional que opta pela técnica recebe em seu consultório, além da maquete, um kit para a realização da cirurgia. O protótipo tem a reprodução exata de detalhes da boca, como dentes, gengiva e ossos. Primeiramente, é simulada a operação na estrutura de resina e, a partir disso, cria-se um guia para a realização do ato cirúrgico. "É uma forma de a pessoa também decidir se quer ou não fazer o implante. Ela vai participar da decisão junto com o profissional", explica Candia Jr.Através da cirurgia na maquete, antes mesmo de anestesiar o paciente, o dentista vai ter noção de como ficará o implante, como será a reabilitação e tudo mais o que for necessário no procedimento. Outra vantagem para o paciente, verifica Candia Jr., é o fato de a pessoa ficar ciente do passo a passo do processo.

Por Vítor Cavalcanti

8 de set. de 2008

Aparelho ortodôntico invisível


Cada vez mais discretos, os aparelhos ortodônticos já não são mais sinônimo de constrangimento. Presos aos dentes, eles estão cada vez menores. E, em alguns casos, é possível até "escondê-los" na parte de trás dos dentes. Entre os aparelhos de nova geração, os de porcelana e os transparentes são os mais procurados, principalmente por aqueles que já passaram da adolescência. ( Veja em fotos a evolução dos aparelhos dentários )

O mais cobiçado é o Invisalign, aparelho transparente sem fios ou suportes de metal. Feito sob medida nos Estados Unidos, é móvel, podendo ser retirado a qualquer momento. A confecção do aparelho custa em torno de R$ 10 mil.

- São feitas moldeiras individuais, para as diferentes fases do tratamento, que gradativamente vão trazendo o dente para a posição certa, e devem ser trocadas a cada duas semanas - explica o cirurgião-dentista Carlos Eduardo Francishone, organizador do 26 º Congresso Internacional de Odontologia (Ciosp), que aconteceu no fim de janeiro, em São Paulo.
Mas, além de ter um custo elevado, não é todo mundo que pode usar. Os especialistas lembram que apenas pequenas correções podem ser feitas com essa tecnologia.

- O invisalign é indicado apenas para pequenos movimentos. A grande vantagem é que é quase imperceptível, por isso, é indicado para quem não pode abrir mão da estética. Mas precisa ter a cooperação do paciente, como todo aparelho móvel. Muitos pacientes acabam tirando muito e relaxando no uso - diz o cirurgião-dentista Rogério Schettino, da clínica Barra Dental Care, no Rio.

Por este motivo, o aparelho fixo tradicional continua sendo o mais eficaz, na opinião dos especialistas. Para quem não quer usar o metálico convencional - embora as pecinhas que ficam coladas no dente estejam cada vez menores - uma das opções é o de porcelana. A instalação do material - que se confunde com a coloração do dente - custa cerca de R$ 3 mil.

- Pouca gente percebe. E não tem contra-indicação. É mito que pode estragar o esmalte do dente. E também é muito raro escurecer, mesmo quem bebe café e vinho. No máximo, é a ligadura que escurece, mas elas são trocadas a cada consulta. Não tem problema - explica Schettino.

Aparelhos com elástico coloridos são atrativos para crianças - Divulgação

Para estimular que as crianças usem o aparelho, eles estão disponíveis em várias cores diferentes. Os elásticos coloridos também são uma motivação para a garotada. A final Flamengo x Botafogo, no Maracanã, provocou uma corrida aos consultórios do Rio por elásticos nas cores dos times.

- Por causa da final de domingo, no Maracanã, acabou o estoque de elástico vermelho e preto e preto e branco. Na Copa do Mundo, tem muito adulto, inclusive, que pede elástico verde e amarelo - conta Schettino.

O aparelho ortolingual - que fica escondido atrás dos dentes - também é bastante procurado. Feito de metal - transparente ou não - ele é fixo e pode ser usado na boca inteira. O preço varia em torno de R$ 6 mil. Mas a técnica divide opiniões de especialistas e pacientes. Muita gente se queixa de dificuldade na fala, na hora da limpeza e de cortes na língua.

- Causam mais incômodo para o paciente do que os colocados na face externa. Mas, se o paciente estiver realmente motivado, supera as dificuldades e transtornos - opina Francishone.

Aparelho dental extra-oral de antigamente - Divulgação

Os mini-implantes, por sua vez, também são grandes aliados da ortodontia e evitam, em grande parte dos casos, o uso dos aparelhos extra-orais, mais conhecidos como freio-de-burro.

- Hoje em dia, o aparelho extra-oral é usado apenas em casos que é preciso movimentar o osso. Quando só é necessário movimentar os dentes, os mini-implantes funcionam perfeitamente e evitam o constrangimento - diz Schettino.

- Desta forma, os pacientes aceitam mais o tratamento e temos um resultado mais satisfatório - completa Francishone.

Durante o último Ciosp, uma das novidades apresentadas foi o ortoimplante conexão - que possibilita a movimentação precisa de um único dente que está fora da posição ideal, sem precisar usar os dentes vizinhos. A técnica pode agilizar o tratamento e, em alguns casos, dispensar o uso dos aparelhos ortodônticos convencionais.

- Na maioria dos casos, o ortoimplante é um coadjuvante da ortodontia convencional. Ele cria mais pontos de retenção, de ancoragem, para ajudar o aparelho a fazer a deslocação do dente, o que acaba diminuindo o número de aparatos na boca do paciente. E, em situações específicas, pode substituir os aparelhos - explica Francishone.

Já a instalação e manutenção dos aparelhos continuam sendo um problema, principalmente para os pacientes com maior sensibilidade nos dentes. Para minimizar a dor, alguns dentistas recomendam a laser terapia.

- O laser tem ação analgésica. Após a instalação, troca ou ajuste do aparelho, diminui o desconforto causado pelos movimentos dentários. Uma única sessão é o suficiente para melhora da sintomatologia dolorosa - recomenda Schettino.

Feira no Japão exibe robô 'que vai ao dentista'


A Exposição Internacional de Robôs de 2007, uma feira que tem como foco máquinas para a indústria, teve início nesta semana em Tóquio, no Japão. Entre as novidades está um robô que tem uma arcada dentária completa, pele e olhos e que pode ser usado por estudantes de odontologia. O robô tem também um sensor que faz com que ele 'grite' toda vez que o dentista chega muito perto de um nervo.